A cada dia as crianças se tornam foco da publicidade com mais intensidade.
Isso decorre do fato de que as crianças ainda estão desenvolvendo o lado psicológico, sendo assim, estão mais vulneráveis.
Daí surge a discussão: É ético direcionar uma propaganda ao mundo infantil? Ainda mais sendo a maioria das propaganda apelativas, tendo uma conotação sexual disfarçada ou estimulando disputas entre crianças.
Esse tema já foi, é e parece que ainda será bastante discutido. Os pais, por motivos lógicos, são contra esse tipo de propaganda, enquanto publicitários e empresas que têm as crianças como público alvo, são a favor.
As crianças são "atingidas" a todo o momento. As propagandas televisivas direcionadas as crianças são vinculadas entre um bloco e outro de programas infantis. Ídolos do mundo infantil encabeçam as campanhas, impulsionando ainda mais o desejo pela compra.
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É como a dizer:
"Se você gosta da Xuxa, leva-a para casa, compre a boneca!"
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Com pouca personalidade, as crianças buscam status, e o 'ter' é uma forma de conquistar o mesmo. Uma criança mostrar para outra que tem determinado brinquedo da moda, é ao mesmo tempo cruel e traz a ela uma sensação de superioridade. A criança é seguida pela turma da escola se ela possui o brinquedo do comercial, ela se torna popular, sente-se importante. Esses são alguns dos fatores que preocupam entidades que lutam pela causa, essa disputa e super valorização do 'ter'.
Esse consumismo precoce atinge os pais. Muitas vezes eles não têm condições de suprir todos os desejos de seus filhos, e sofrem com as vontades e os incessantes pedidos. Dessa forma, muitas vezes os pais acabam deixando de adquirir um bem necessário para que seus filhos possam estar de acordo com o que a sociedade impõe.
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Essa discussão não terminará tão cedo. Envolve muito dinheiro e interesses pessoais.
De fato a publicidade infantil é desleal, mas não sei se há como promover produtos infantis de outra forma eficiente.
O importante é que cada um reflita e tire suas próprias conclusões, que não fiquem no censo comum, acreditando e pensando na / da forma que a mídia quer.
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(Assunto sugerido por @Lucas_V_G)

