terça-feira, 29 de junho de 2010

Convertido em música

“Eu tenho um lado doce que quase ninguém vê” (Estéreo – Preta Gil)


“Não sei se o mundo é bom, mas ele ficou melhor desde que você chegou...” (Espatódia -Nando Reis)


“Hoje eu vou mudar, vasculhar minhas gavetas, jogar fora sentimentos e ressentimentos tolos” (Mudanças – Vanusa)


“Mesmo triste eu estava feliz, e acabei acreditando em ilusões” (Ainda lembro - Marisa Monte e Nando Reis)


“Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim (...) A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não” (Brincar de viver – Marisa Monte)


“Fiz mais do que posso, vi mais do que agüento” (Pés cansados – Sandy)


“Não posso mais viver assim ao seu ladinho, por isso colo meu ouvido num radinho de pilhaaa” (Sonífera ilha – Titãs)


“Encontrei moedas pelo chão, mas não vi ninguém pra me abraçar, me dar a mão” (Mais que a mim – Ana Carolina e Maria Gadú)


“Eu faço isso pra esquecer, eu deixo o vento me acertar e o vento leva tudo embora” (Vento no litoral – Cássia Eller e Renato Russo)




Vai criticar? Pra você ó...




“Fuck you. Fuck you very, very much” ( Fuck you – Lily Allen)


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terça-feira, 22 de junho de 2010

No 1º Semestre eu fiz várias coisas na FAAP-COM, como:

Criei raízes eternas, expandi o meu ciclo de convivência, fui parar no outro lado da sala, meu nome circulou por boa parte dela. Pessoas passaram a não gostar de mim, quase levei uma surra sem saber, fui defendido por quem eu menos esperava. Achei uma pessoa mais encanada que eu, brinquei de esconde-esconde, pulei corda, pulei no ritmo 1, 2, 3... Pulou. O professor me mudou de lugar, não levei o texto que era para levar e o professor ficou bravinho, brinquei de chutinho com a fervida e com o Luuh. Fiz piada na hora errada, virei piada quando não queria, não entendi algumas piadas. Entendi coisas que não devia, soube de coisas que poucos sabem, me fiz de bobo quando achei que devia, joguei verde e me inteirei do assunto, inspirei confiança. Cantei no ibira e mostrei que o meu bad romance é melhor que o da Gaga, fui na primeira festa junina e dei muita risada por motivos deploráveis. Joguei na cara o que não devia, me arrependi e pedi desculpa, tentei ter raiva e fui interrompido por um abraço. Quase entrei em confusões, provoquei, dei indiretas e diretas. Não colei na prova, tentei colocar na prova, na verdade colei em uma única prova. Fiz maldades, fiz bondades, dei dicas, aprendi muito, me iludi e desiludi, curti ser um bobinho, fui mal educado. Dancei ballet, imitei a mina do útero, tirei o brinco da Sushi com a boca e devolvi na boca dela, deitei no chão muitas vezes. Rodei a Beel, rodei o Wiil, rodei a Anne, rodei a Sushi... Rodei. Dei estrelinhas, gravei vídeos, fui gravado, ganhei um emoticon zuadinho. Conheci a Alaíde! Zuei o #bixamá, fui segurado no elevador, falei o nome de varias pessoas com a intenção de que elas parassem de falar, pelo mesmo motivo repeti vários ‘nãos’ sem nem olhar para a pessoa. Fui tirado pelo Fatti, fui nas palestras de sábado, fui no sábado achando que tinha e não tinha palestra, fiz a Anne matar aula. Fiz parte de um blog de início bombante e final desconhecido, fui mal em provas e acabei de exame, tenho a impressão que conquistei a minha primeira DP. Decorei uma música do Bob! Vi quase desgraças acontecerem, ri da desgraça alheia, passei informações erradas de propósito. Fui parar nos TT’s da Fapcom, tive vontade de jogar coisas nos TT’s, levei indiretas. Vi pessoas falando de mim, descobri que estava errado, causei raiva, fui relacionado com discórdia. Achei a Leslye muito gata, achei a Leslye malvada, bati papo com a professora de outra habilitação, estudei, li igual condenado, deixei de ler coisas. Criei o Chat-email, com a Sahira criei o ‘pordebaixodospanos’, soube do blog da Carol que não foi divulgado, divulguei o blog de coleguinhos. Fui ignorado, confundido. Quase apanhei por um trabalho, mereci apanhar por um trabalho, pedi e aceitei desculpas, abracei e fui olhado. Fiquei confuso e dividido, achei que ficaria em situação complicada. Descobri que tudo era mais simples do que imaginava, desenhei, fiz prova de exame invés de prova normal e fui bem. Decorei o que não precisei (3, 3, 2, 2, 14, 12, justificado e 1,5), levei patada, dei patada, consegui meio ponto para a Sahira. Vi o Eric iniciar no stand up, o Hugo desenvolvendo seu passinho, vi pessoas cobrando sem direito algum, ironizei. Fui de camisa querendo ser hippie, fui de pijama, com uma blusa ‘emostart’, fui chama de Orange Boy Fake. Fui de mau humor, fui na bad, fui sem querer, nunca faltei. Fui com sono, quase virado, dormi na aula do Rovis. Conheci muita gente, fiz colegas importantes, comecei amizades, selei amizades eternas.

(Não sou ligado em próclise, ênclise ou mesóclise. Não prestei atenção nas regras gramaticais, desembestei a escrever e não corrigi nada. Dá um desconto, não é prova!)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Nada com nada

Dói no fundo, dói na alma
Essa dor parece que não sara
É um jeito estranho de sentir
Eu fico sem saber como agir

A música toca, o coração chora
Tudo está a minha volta
Mas nada se aproxima
Nada é a minha vida

Um pássaro alça voo
Isso me enche de esperança
Um ser tão pequeno
No ar tão belo se lança

No céu o sol brilha
Os olhos a cá logo se iluminam
A face se aflora
E um largo sorriso desabrocha



(Não é uma obra digna de entrar para os anais da literatura, mas é o que eu queria escrever)

terça-feira, 27 de abril de 2010

Crianças - O FOCO CERTO

A cada dia as crianças se tornam foco da publicidade com mais intensidade.
Isso decorre do fato de que as crianças ainda estão desenvolvendo o lado psicológico, sendo assim, estão mais vulneráveis.
Daí surge a discussão: É ético direcionar uma propaganda ao mundo infantil? Ainda mais sendo a maioria das propaganda apelativas, tendo uma conotação sexual disfarçada ou estimulando disputas entre crianças.
Esse tema já foi, é e parece que ainda será bastante discutido. Os pais, por motivos lógicos, são contra esse tipo de propaganda, enquanto publicitários e empresas que têm as crianças como público alvo, são a favor.
As crianças são "atingidas" a todo o momento. As propagandas televisivas direcionadas as crianças são vinculadas entre um bloco e outro de programas infantis. Ídolos do mundo infantil encabeçam as campanhas, impulsionando ainda mais o desejo pela compra.
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É como a dizer:
"Se você gosta da Xuxa, leva-a para casa, compre a boneca!"
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Com pouca personalidade, as crianças buscam status, e o 'ter' é uma forma de conquistar o mesmo. Uma criança mostrar para outra que tem determinado brinquedo da moda, é ao mesmo tempo cruel e traz a ela uma sensação de superioridade. A criança é seguida pela turma da escola se ela possui o brinquedo do comercial, ela se torna popular, sente-se importante. Esses são alguns dos fatores que preocupam entidades que lutam pela causa, essa disputa e super valorização do 'ter'.
Esse consumismo precoce atinge os pais. Muitas vezes eles não têm condições de suprir todos os desejos de seus filhos, e sofrem com as vontades e os incessantes pedidos. Dessa forma, muitas vezes os pais acabam deixando de adquirir um bem necessário para que seus filhos possam estar de acordo com o que a sociedade impõe.
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Essa discussão não terminará tão cedo. Envolve muito dinheiro e interesses pessoais.
De fato a publicidade infantil é desleal, mas não sei se há como promover produtos infantis de outra forma eficiente.
O importante é que cada um reflita e tire suas próprias conclusões, que não fiquem no censo comum, acreditando e pensando na / da forma que a mídia quer.
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(Assunto sugerido por @Lucas_V_G)

domingo, 25 de abril de 2010

Confuso

Estava febril, um tanto abatido
Não falava coisa com coisa
Perecia-me um pouco perdido
Perguntei-lhe se estava bem
Se poderia ajudar
Nada me respondeu
Acho que nem tinha ninguém lá
Do jeito que ando imaginando
Pode ser apenas mais uma loucura
Uma daquelas que não tem cura
Voltei a dormir sem saber onde estava
Quando me retomei, chorando me apresentava
Era só um sonho, ou um pesadelo
Só espero que nada disso
Um dia se torne verdadeiro






(Isso é bem velho! Postei do jeito que estava guardado, sem pontação mesmo)

sábado, 24 de abril de 2010

Relacionamentos Interpessoais

Hoje fui a uma palestra muito boa sobre 'Relacionamentos Interpessoais'.

De fato, é muito importante desenvolver essa habilidade! Se você não consegue trabalhar em grupo, respeitar as diferentes opiniões e se colocar no lugar dos outros, torna-se impossível ter uma carreira ou vida de sucesso.

Qualquer atividade a ser desenvolvida necessita de pelo menos duas pessoas, ainda que indiretamente, e se você não consegue se relacionar com as pessoas, qualquer atividade fica impedida de ser desenvolvida.

A base para um bom relacionamento interpessoal é o respeito, tolerância, empatia e saber colocar-se no lugar do outro. Um bom relacionamento interpessoal é fruto de muita confiança no outro.

Essa habilidade não fica apenas na teoria, cada vez mais as empresas ficam atentas ao modo dos candidatos se portarem nas entrevistas, dinâmicas ou processos seletivos. Ter um bom relacionamento interpessoal é quase tão importante quanto um bom currículo. Não adianta a pessoa possuir diversos diplomas se ela causa conflitos dentro de uma empresa

Sendo assim, meu povo, invistam no bom relacionamento. Comece a se entender, a relacionar-se consigo mesmo, dessa forma entender os outros se torna mais fácil.




(Comunique-me caso alguma informação seja errônea e/ou se tiver alguma crítica positiva ou negativa)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

"Eu voltei, agora pra fiiicaar..."

Depois de muito protelar estou de volta ao mundo dos blogueiros, mas dessa vez sem a menor pretensão de ser cultural, prestador de serviços ou pop.
Quero apenas escrever!



Vou me apresentar pelos olhos dos outros... Segue aí:



"O menino de coração grande, de ideias confusas, dono do melhor abraço de urso. Futuro grande publicitário!" (Anne Caroline)



"Engraçado, dramático, um pouco de humor negro, amigo, meio ator, cheio de expressões, esforçado, ex-cachaceiro com hora marcada para voltar, dançarino, cabeça aberta..." (Lucas Vinícius)


"Pessoa extrovertida e tímida. O jeito extrovertido disfarça a timidez." (Bel Caires)